"Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor."
Jeremias 17:14

Mulher curada (Foto: Reprodução/Instagram)


Um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra o momento em que uma mulher é curada de uma Doença de Crohn, que é uma enfermidade auto imune, inflamatória e que afeta o intestino, estômago, impossibilitando da pessoa se alimentar.


Por causa da doença, a mulher não conseguia mais andar e estava sem sair da gama durante muitos meses, mas decidiu se batizar nas águas. Ela foi carregada até o tanque batismal, mas acabou sendo milagrosamente curada no momento que emergiu das águas.


Emocionada e em estado de choque, a mulher diz que viu uma forte luz quando mergulhou para o batismo, pedindo para beber água. Conta ainda que estava muito doente e que há meses não saia da cama por causa do seu estado de saúde.


A mulher conta ainda que as náuseas saíram, que ela não estava mais sentido vontade de vomitar e fica muito emocionada ao constatar que consegue ficar de pé novamente.


Um homem conta no vídeo que ela não conseguia comer nem beber e que sentia náuseas e vomitava constantemente, mas que agora estava se sentindo curada.


Jesus! Meu Deus, Jesus”, exclama a mulher que se joga no chão em lágrimas. “Eu estava na cama por muitos meses. Eu não ando faz tempo. Eu sinto minhas pernas. Ele me ama! Deus me ama”, continua.


O vídeo havia sido publicado pelo pregador norte-americano Joshua Lindquist, do ministério Global Revival Harvest, que afirmou que a mulher “havia sido abusada quando era menor pelo próprio pai, e por causa desse trauma, ela não acreditava que Deus a amava”.


Assista:


"Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios. Ele é quem perdoa todas as tuas iniquidades; quem sara todas as tuas enfermidades;"
Salmos 103:02 e 03

Fonte: Gospel Prime (link)

"Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo."

Apocalipse 1:03




Vatsana Mahaphone*, de 71 anos, nasceu em Laos, país conhecido mundialmente pelos mosteiros budistas. Ela, como a maioria da população, era uma budista praticante.


Mas, em 2004, num momento difícil de perda, Vatsana não encontrou no budismo consolo e esperança para lidar com a morte de sua filha, vítima de câncer.


Nesta época, ela estava na América, porque tinha ido para lá para cuidar da filha doente. E foi neste momento que Vatsana conheceu o Deus da Bíblia.


Quando ela faleceu, um parente me visitou e me levou à igreja. Ao ouvir a pregação, senti que tudo ao meu redor tocava meu coração e não conseguia parar de chorar. Foi o Espírito Santo. Daquele momento em diante, eu soube que existia um Deus - que ele era real”, relatou Vatsana.


Ela voltou para Laos e começou a frequentar a igreja local. Vatsana recebeu Jesus em sua vida e foi batizada. Logo depois, começou a trabalhar na Sociedade Bíblica do país em Vientiane.


Apenas seis meses depois de me tornar cristã, comecei a trabalhar para a Sociedade Bíblica como funcionária administrativa e secretária do comitê de tradução da Bíblia Laos Revisada. Comecei então a traduzir as escrituras para crianças do inglês para o laosiano”, explicou.


Enquanto Vatsana traduzia a história da crucificação de Jesus, foi fortemente tocada pelo Espírito Santo.


À noite, eu lia a Bíblia e durante o dia traduzia as Escrituras para crianças. Achei muito difícil porque eu era uma nova crente e não sabia muito sobre a Bíblia”, conta.


Apesar de não ter conhecimento teológico na época por ser recém-convertida, a tradutora se saiu muito bem em seu trabalho e nutriu uma paixão pelas Escrituras. Hoje, ela é uma das duas pessoas responsáveis pela primeira Bíblia de estudo do Laos, feita numa linguagem mais atual.


 “Eu gosto do meu trabalho! Quando traduzo, fico tão envolvida no meu trabalho que, se preparo uma bebida quente, ela esfria antes de me lembrar de tomar um gole! Agradeço a Deus por me usar desta forma. Quando terminar, esta Bíblia ajudará os cristãos no Laos a entender as escrituras cada vez mais”, afirmou Vatsana.


A tradutora também está fazendo um mestrado em teologia e é pastora associada em sua igreja, trabalhando principalmente no ministério da mulher.


* Nome alterado para proteger sua identidade.


Fonte: Portal Guia-me (link)

"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado."

Tiago 4:17


A repórter Cássia de Oliveira publicou no portal Guia-me um relato histórico emocionante de como os cristãos do passado enfrentaram as pragas com compaixão, resiliência e fé. Pensando unicamente na edificação e fortalecimento dos irmãos, trouxe aqui o texto na íntetra, bem como todos os links necessários para que sejam dados os devidos créditos.


Nosso desejo é, e continua sendo, o de encorajar você (leitor) a anunciar as Boas Novas de Jesus Cristo, mesmo em meio as dificuldades, com toda sabedoria, graça e poder do Espírito. 


Converse com seu pastor ou líder, caso sinta o desejo forte de servir de alguma forma nestes tempos difíceis, sua igreja local deve ter algum ministério onde você possa contribuir.


Culto ao ar livre em São Francisco durante a pandemia da Gripe Espanhola, em 1918. (Foto: Reprodução/Twitter/Marina Amaral)


O ano de 2020 trouxe a maior crise epidêmica das últimas décadas: a pandemia da Covid-19. O impacto foi tanto que alterou todas as áreas da vida, estabelecendo um “novo normal”. Se adaptar a esse novo contexto sombrio foi um desafio para todo mundo, inclusive para a Igreja. 


Congregações em todo o mundo tiveram que se habituar aos decretos de prevenção dos governos, investir na programação e cultos online, e dar respostas bíblicas às questões mais difíceis que angustiam o ser humano, como “por que Deus permite o sofrimento?” e “por que o justo sofre?”.


Quando crises batem à porta, temos o costume de olhar para trás em busca de respostas na história das gerações passadas, que também vivenciaram angústias como as nossas. Os cristãos sempre fizeram isto; procuramos nas vidas dos personagens bíblicos o consolo, força e conselho espiritual para nossos próprios desafios.


Em tempo de pandemia, seria sábio o Corpo de Cristo relembrar como a Igreja lidou com outras pandemias nos séculos passados, a fim de tirar lições que nos possam servir hoje.


A igreja protestante na linha de frente das pandemias


Quando olhamos para a história da Igreja durante surtos epidêmicos a vemos atuando na linha de frente, combatendo as pragas através da ajuda social e amparo espiritual.


As igrejas, de modo geral, têm um histórico de solidariedade e de enfrentamento muito forte das pandemias. As igrejas evangélicas, sejam elas protestantes ou pentecostais, sempre tiveram uma postura muito séria em relação às crises epidêmicas”, analisa o professor de Teologia da Universidade Mackenzie, Gerson Moraes, em entrevista ao Guiame.


O professor afirma que os relatos históricos revelam como muitos pastores e ministros atuaram de forma heroica nas pandemias – muitos até mesmo se sacrificando para cumprir sua missão.


Durante a Reforma Protestante, vamos encontrar o próprio Martinho Lutero enfrentando uma epidemia de peste negra na Europa. Ele deixa registrado em diversos momentos de sua obra como ele lida com a situação de maneira pastoral; enterra pessoas, cuida de crianças que perderam os pais”, diz Gerson e conclui: “Esse é o perfil histórico de um sacerdote protestante que lidou com esta questão”.


Encontramos relatos de cristãos lidando com crises epidêmicas desde a Igreja Primitiva até a Reforma Protestante; igrejas abrindo suas portas para servir de hospitais, irmãos cuidando de enfermos na própria casa e pastores doando suas vidas como verdadeiros mártires. Acompanhe a linha do tempo e entenda como foi a atuação da Igreja durante as principais pandemias da história.



Imagem ilustrativa de igreja servindo como hospital. (Imagem: Calvin Institute of Christian Worship)


Peste Antonina (166-189 d.C.) – Roma


A primeira grande epidemia enfrentada pela Igreja Primitiva foi a Peste Antonina, de 166 a 189 d.C., levada a Roma pelas tropas que retornavam da campanha contra os persas. A doença, provavelmente varíola, dizimou cerca de 10% da população. Em 189 d.C., a taxa de mortalidade por dia chegou a 2 mil pessoas em Roma, de acordo com o historiador romano Dio Cassio.


Segundo Glenn Sunshine, professor de História na Universidade Estadual do Centro de Connecticut, as pessoas da época já entendiam que a praga era contagiosa e, por isso, expulsavam seus doentes de casa para morrerem na rua e os ricos fugiam para suas propriedades rurais no interior.


O professor disse em artigo para a Mission Frontiers, que os cristãos permaneceram em Roma para cuidar dos vizinhos doentes, mesmo sabendo que não tinham meios de se proteger contra a doença. Os cuidados básicos de enfermagem oferecidos pela Igreja salvaram muitas vidas e contribuíram para o rápido crescimento do cristianismo.


Peste de Cipriano (249-262 d.C.) – Roma


Cristãos orando do lado de fora de uma igreja durante a Gripe Espanhola em São Francisco (EUA), em 1918.
(Foto: Hulton Archive/Getty images)


No século seguinte, o mesmo fenômeno ocorreu. A Peste de Cipriano – chamada assim em homenagem a Cipriano, o bispo de Cartago que registrou a epidemia – atingiu o Império Romano drasticamente. No pico da epidemia, a praga matou 5 mil pessoas por dia em Roma. E dois terços da população de Alexandria, a segunda maior cidade do Império Romano, morreu vítima da doença.


A praga – que pode ter sido um novo surto de varíola ou uma febre hemorrágica como o ebola, segundo os especialistas – foi descrita como terrível pelo Bispo Cipriano: “Os intestinos são sacudidos por um vômito contínuo; os olhos estão em chamas com o sangue infectado; em alguns casos, os pés ou algumas partes dos membros são arrancados pelo contágio da putrefação doentia”.


Novamente os cristãos, de maneira corajosa, cuidavam dos doentes e moribundos enquanto cidades inteiras eram abandonadas na Itália. “No início da doença, [os italianos] empurraram os sofredores e fugiram de seus entes queridos, jogando-os nas estradas antes que morressem e tratando os cadáveres não enterrados como sujeira”, relatou Cipriano. 


Assim como no século passado durante a Peste Antonina, o cristianismo teve um crescimento exponencial. O sociólogo religioso Rodney Stark calcula que a população cristã em 251 d.C. era formada por cerca de 1,2 milhão no Império Romano e em 300 d.C. já eram cerca de 6 milhões de crentes, segundo informa Glen Scrivener em artigo para o The Gospel Coalition.


Rodney Stark avalia que ao cuidar dos não crentes infectados, a Igreja criou novas redes sociais, fazendo com que o Evangelho se propagasse rapidamente e convertendo muitos pagãos ao Evangelho. O sociólogo conclui que as pragas foram um importante fator para o crescimento do cristianismo no Império Romano, provando mais uma vez que o Senhor tem o seu caminho na tormenta e na tempestade.


Peste Negra (século 14) – Europa e Ásia


Do século 14 em diante, a Peste Negra assombrou a Europa matando milhões de pessoas. Em apenas cinco anos, metade da população do continente morreu vítima da doença. Nesta pandemia, a Igreja atuava na linha de frente, muitas vezes disponibilizando seus templos para servirem de hospitais improvisados, onde ministros auxiliavam como enfermeiros leigos.


Na era da Reforma Protestante, em agosto de 1527, a Peste Negra atingiu a cidade de Wittenberg na Alemanha, morada de Martinho Lutero. Muitos moradores fugiram da cidade para salvar suas vidas, Lutero foi aconselhado a fazer o mesmo, mas ele e a esposa Katharina, que estava grávida na época, decidiram permanecer para cuidar dos infectados.


Em carta de 19 de agosto de 1527, Martinho Lutero escreveu: “Estamos aqui sozinhos com os diáconos, mas Cristo está presente também, para que não estejamos sós, e Ele triunfará em nós sobre aquela velha serpente, assassina e autora do pecado, por mais que ele machuque o calcanhar de Cristo. Ore por nós e adeus”.


Segundo Michael Whiting, diretor de conteúdo da Universidade Dallas Baptist, em artigo para o site da mesma universidade, embora o reformador tivesse se recusado a fugir da praga para cuidar de doentes em sua própria casa, Lutero recomendava aos fiéis que seguissem as medidas de proteção contra a Peste Negra.


Martinho dizia que as orações de fé deveriam ser oferecidas pela misericórdia de Deus junto com as práticas responsáveis de saneamento, medicação e isolamento social para “não ser responsável pela própria morte ou de qualquer outra pessoa”. E, embora ele seguisse os conselhos médicos tanto quanto possível, dizia que “não negligenciaria seus deveres como cristão e pastor”, caso seu  vizinho precisasse dele ou alguém necessitasse de conforto quando estava doente ou morrendo, era seu dever estar presente.


E afirmava contundente: "Se fosse sua hora de morrer, Deus saberia onde encontrá-lo”.  Martinho Lutero e Katharina sobreviveram à epidemia. 


Lutero e sua esposa Katharina cuidaram de enfermos durante a Peste Negra em 1527. (Foto: Wikimedia Communs)


Cólera (1817 – até hoje)


Existente desde a Antiguidade, a primeira epidemia global de cólera aconteceu em 1817 e desde lá o vírus sofreu mutações, ocasionando novos ciclos epidêmicos de tempos em tempos.


Em 1854, um surto de cólera assombrou Londres, na época a capital mais rica do mundo com mais de 2 milhões de habitantes. Neste tempo, Charles Spurgeon, com apenas 20 anos, pastoreava a capela da New Park Street.


O príncipe dos pregadores notou que a recepção dos londrinos ao Evangelho estava maior durante a epidemia. Aqueles que antes zombavam de sua pregação, agora estavam buscando esperança em Deus.


Se existe um momento em que a mente é sensível, é quando a morte está em alta. Lembro-me, quando vim a Londres pela primeira vez, de como as pessoas ouviam o Evangelho com ansiedade, pois a cólera estava se alastrando terrivelmente. Houve pouca zombaria então”, relatou Spurgeon.


O pregador contou a história de um homem moribundo de Londres que antes o criticava: “Aquele homem, em sua vida, costumava zombar de mim. Em linguagem forte, ele sempre me denunciou como hipócrita. No entanto, ele mal foi atingido pelos dardos da morte e buscou minha presença e conselho, sem dúvida sentindo em seu coração que eu era um servo de Deus, embora ele não se importasse em admitir isso com seus lábios”.


Glen Scrivener, evangelista da Igreja da Inglaterra, em artigo para o The Gospel Coalition, avalia que “Spurgeon viu as pragas de seus dias como uma tempestade que levou muitos a buscar refúgio em Cristo, a Rocha”.


Gripe Espanhola – (1918 a 1919)


Igreja Episcopal do Calvário em Pittsburgh servindo como hospital durante a Gripe Espanhola. (Foto: Reprodução/ Pittsburgh Post-Gazette)


No início do século 20, a Gripe Espanhola se espalhou pelo mundo todo, dizimando cerca de 50 milhões de pessoas. No Brasil, a doença matou o presidente Rodrigues Alves. A pandemia desafiou países, governos, igrejas e profissionais da saúde a lidar com uma crise generalizada em um mundo que ainda se recuperava da destruição da Primeira Guerra Mundial.


Segundo o Dr. Michael Whiting, diretor de Comunicação da Universidade Batista Dallas, nos EUA, os templos das igrejas foram fechados e os cristãos continuaram adorando a Deus em suas casas. Há relatos também de cultos ao ar livre, como registrado na cidade de São Francisco.


Muitas igrejas abriram suas portas para servir como clínicas de saúde improvisadas já que os hospitais estavam lotados. Médicos e enfermeiros cristãos se doavam para cuidar dos infectados, junto com irmãos leigos, muitos deles sacrificando a própria vida, de acordo com Whiting em artigo para o site da mesma universidade.


Conforme registros da Biblioteca Mary Baker Eddy, durante a pandemia da Gripe Espanhola, líderes protestantes, católicos e judeus discutiam sobre os decretos do governo de fechar as igrejas. Alguns acreditavam que o serviço da igreja era mais do que necessário naquele momento, defendendo que os templos ficassem abertos. Cientistas cristãos também participavam da discussão, alguns deles eram favoráveis a obedecer à ordem de contenção.


Também há relatos de igrejas brasileiras na luta contra a Gripe Espanhola, como a Igreja Presbiteriana de Curitiba. Segundo reportagem da Gazeta do Povo, durante a epidemia que atingiu a capital do Paraná entre 1918 e 1919, a igreja recebeu doentes, quando os postos de saúde se encontravam superlotados.


Juarez Marcondes Filho, pastor titular desta igreja e secretário-geral da Igreja Presbiteriana do Brasil, afirmou à Gazeta do Povo que a casa pastoral serviu de ambulatório emergencial. “Provavelmente fiéis médicos ajudaram no acolhimento. Foi algo emergencial, não oficial. Estávamos próximos ao Centro e houve um apelo”, explicou.


Pastores na linha de frente em pandemias: verdadeiros mártires 


Pastor Eduardo Lane e sua esposa Mary. O pastor presbiteriano cuidou de enfermos durante um surto de Varíola em Campinas (SP).
(Foto: Reprodução/IBEL/TV Mackenzie)


Na história da Igreja, encontramos relatos de pastores batalhando na linha de frente nas pandemias. Homens corajosos que não tiveram sua vida como preciosa e cumpriram seu pastorado até o fim, muitos sacrificando a própria vida para salvar outras.


Durante a pandemia da Covid-19, a história se repete. Ministros servindo sua igreja, consolando famílias enlutadas, enterrando vítimas do coronavírus, pregando a esperança vindoura para um mundo em desespero. Infelizmente, muitos desses pastores foram promovidos aos Céus por serem infectados da Covid, morrendo como verdadeiros mártires pelo Evangelho.


Gerson Moraes, professor de Teologia da Universidade Mackenzie, lembra ao Guiame que a situação do pastor é muito delicada: “O pastorado significa se alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram. Você tem que estar preparado espiritualmente para fazer um enterro de manhã e um casamento ao final da tarde”.


O professor cita como exemplo o testemunho do pastor presbiteriano Eduardo Lane que atuou na epidemia de Febre Amarela em Campinas, no final dos anos 1880. Na época, a cidade tinha entre 15 mil a 18 mil habitantes e a doença reduziu drasticamente a população para 5 mil moradores.


O pastor Lane, que também era médico, cuidava dos enfermos. E recusando-se a abandonar os pacientes, acabou morrendo vítima de Febre Amarela.


O papel da Igreja em tempos de pandemia


Jornal anunciando o cancelamento de cultos em São Francisco durante a Gripe Espanhola. (Foto: Reprodução/Newspapers.com)


Glenn Shunsine, professor de História na Universidade Estadual do Centro de Connecticut, em artigo para a Mission Frontiers, lembra que a maneira de amar o próximo pode ser diferente para cada período da história, visto que nas pandemias anteriores a ciência não era tão avançada e não haviam hospitais modernos e tantos profissionais qualificados.


Amar o nosso próximo pode significar coisas diferentes em momentos diferentes”, ponderou Shunsine. “Pode significar distanciamento social para que não corramos o risco de infectá-los como Lutero sugeriu, mas também pode significar ir a áreas onde corremos o risco de contrair a doença. Se formos para essas áreas, devemos tomar todas as precauções possíveis contra a infecção, mas reconhecer com Paulo que ‘para mim, viver é Cristo e morrer é ganho’", afirmou Glenn.


O professor também destacou a importância da oração em tempos de pandemia, junto com o tratamento médico formal. Ele disse que muitos milagres foram registrados nas crises epidêmicas ao longo da história: “Não é incomum encontrar relatos de curas milagrosas em resposta à oração em epidemias em várias partes do mundo nos últimos 200 anos”.


Para o historiador, Deus continua ouvindo nossas orações em favor dos enfermos: “Deus continua a curar em resposta à oração, e seríamos tolos se não nos voltássemos para Ele em todos os nossos esforços para lidar com doenças e seu impacto em vidas e comunidades. Não devemos negligenciar a oração”.


Se existe um momento em que a mente é sensível,

é quando a morte está em alta".

— Charles Spurgeon

Shunsine também enfatizou que a Igreja, desde o seu início, considerou a ciência como uma graça de Deus dado aos homens, incentivando que Igreja atual faça o mesmo. “Desde os primeiros séculos, os cristãos reconheceram a medicina como um bom presente de Deus e utilizaram os melhores conhecimentos médicos e tecnologias disponíveis; eles também defenderam seguir os conselhos médicos. Ao lidarmos com a Covid-19 e outras doenças, devemos seguir seu exemplo”, observou Gleen.


Segundo o teólogo Gutierres Fernandes, a Igreja tem um papel social importante em pandemias porque exerce influência sobre a vida de muitas pessoas: “Quando a Igreja segue os protocolos de segurança recomendado pelos agentes de saúde e quando promove campanhas de conscientização, a Igreja está agindo de maneira sábia”, disse ao Guiame.


Já Gerson Moraes, professor de Teologia da Universidade Mackenzie, recorda que a Igreja deve estar na linha de frente durante as calamidades, ajudando o próximo e anunciando as boas novas de salvação.


E Gerson vai além: “A Igreja deve ser a linha de frente não apenas no serviço, mas em relação ao discurso. Ela deve andar de mãos dadas com a ciência, lutando contra o engano. Não ser negacionista, não ser obscurantista, não se vender para políticos de ocasião. E manter sua mensagem eterna e eficaz, que não deve mudar ou ser vendida em hipótese nenhuma”.



Fonte: Portal Guia-me

Cássia de Oliveira é jornalista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, repórter do Portal Guia-me, Colunista do Blog Ultimato Jovem (da Revista Ultimato).



"Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará."

Mateus 6:06



Do dicionário

Devocional: do que expressa ou possui devoção, adoração ou admiração por algo ou alguém. Sentimento religioso de adoração a Deus.

Tempo devocional: Momento do dia dedicado à oração; hora do dia para orar.


Para nós o que realmente é

Mais do que apenas um tempo religioso, o tempo devocional não deve ser encarado como obrigação e muito menos como uma espécie de peso religioso, com atitudes ou ritos engessados. Antes, deve ser um momento de prazer, um tempo desejado e livre para um verdadeiro deleite no Senhor.


Da mesma forma que esperamos e muitas vezes preparamos, e nos preparamos, para o tempo de refeição, e então nos deleitamos com refeições que nutrem nossos corpos por breve momento, trazendo vigor e energia. Que desta mesma forma, possamos esperar e nos preparar para o tempo de devoção ao Senhor, adoração e admiração por quem o Senhor é.


Podemos até falhar

Certamente a maioria de nós deve encontrar algum embaraço para a disciplina desta prática, e eu me incluo neste grupo, mas há também uma boa notícia para nós: o Senhor conhece nosso coração e é em nosso coração que Ele trabalha, precisamos apenas dar o primeiro passo. Perdeu a hora do almoço? Tenha um bom café da tarde!


Aleluia, é o Senhor quem prepara a mesa e Ele mesmo se assenta para que possamos nos deleitar com Ele. Servimos ao único Deus verdadeiro, e não apenas isso, o único Deus verdadeiro é o mesmo que sente prazer em habitar no meio dos louvores do seu povo, é Dele o desejo maior por este encontro!


Então vamos lá!

Quero que você se imagine entrando em seu quarto para o tempo devocional. Você abre a porta, entra e fecha a porta após si, mas aqui está a grande razão pelo qual esperarmos anciosamente pelo tempo devocional: você acende a luz e percebe que o próprio Senhor já está lá, te aguardando!


Apenas deleite-se!



Edinelson F. Lopes
Ministério Fogo para Missões
www.fogoparamissoes.com.br

"E que mais direi? (...) por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam a boca de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram força (...) foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada (...)"

Hebreus 11:32 ao 40



O texto abaixo foi retirado de uma das muitas e impactantes postagem do Evangelista Chileno Vergara no Instagram. Nosso objetivo não é te permitir ter a mesma reflexão que ele teve durante a experiência relatada e a mesma que impactou nossa casa, quando lemos e tomamos conhecimento deste testemunho.


Um testemunho constrangedor sim, mas acima de tudo uma oportunidade para que nós possamos repensar nossa confiança no amor e bondade do nosso Deus. Após ler, reflita um pouco  e sinta-se encorajado (ou encorajada) a prosseguir. Ore pela irmã do testemunho, ore pelo irmão Chileno Vergara, ore por missões, ore pela Igreja Perseguida.


Preciso me converter!

Encontrei a uma mulher na rua, ela chorava diferente.

Parece que chorava da alma.

Era Uma mae que tinha perdido 10 de seus filhos num atentado terrorista no Paquistão.


Os terroristas pularam com bombas amaradas no corpo dentro da igreja onde as criancas louvavam a Deus. Pernas, maos e pedaços de carne foram espalhados nas paredes.


O pior disso é voce tentar procurar os seus filhos no meio desse cenario. Ela aponta para a parede onde as fotos dos martires incluindo suas criancas estavam pinduradas. O mais triste, que na mesma parede ainda haviam buracos feitos pelo impacto da bomba.


Após isso ela me diz que continua firme crendo.

E que continua crente!


Pera ai!

Como assim?


Minha cabeça se encheu de perguntas: como ela consegue ficar de pe? Como ela continua crendo? Como ela continua vivendo com as duvidas e porques? E a dor da perda?


Mas ela diz que continua crendo no meio das duvidas.


Ouvindo ela, não paro de pensar que preciso me converter! Serio!


Preciso me converter de minha fe misturada com auto-ajuda!

Preciso me converter de meu cristianismo meia boca.

Preciso me converter mesmo!


Olhando para ela, penso, que preciso me arrepenter do meu arrepentimento superficial.

Olhando para ela aprendo, que um verdadeiro crente vive num continuo arrependimento.

Que um verdadeiro avanca no meio duvidas e mazela da vida, crendo!

E você, continua crendo e avancando no meio das duvidas?


Ou está estagnado?

___

Chileno Vergara é Evangelista nos países do Oriente Médio e fundador do ministério One Passion. Acesse os links abaixo, conheça sua história, família e ministério e ore ao Senhor para saber como ajudar!


Instagram Chileno Vergara: https://www.instagram.com/chileno.vergara/

Instagram One Passion: https://www.instagram.com/onepassionmission/

One Passion: https://www.1passion.com.br/


Inspire-se na história e no que Deus tem feito na vida e através da vida deste irmão e não desperdice sua vida, confie no Senhor Jesus para aquilo que Ele mesmo te criou para ser e no chamado para a sua vida!

"E, tendo anunciado o evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, e Icônio, e Antioquia, fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus."

Atos 14:21 e 22



Após ser enviado para um campo vocacional, cristão ex-muçulmano passa a compartilhar ainda mais o evangelho.


Muitos cristãos ex-muçulmanos foram detidos e enviados para campos “vocacionais” chineses, onde passam por intensiva “reeducação” chinesa. Ehmet*, um cristão chinês, foi detido e enviado para um campo de reeducação. No começo, ele não ficou muito preocupado, por saber que outros membros da família estavam lá. Então apenas confiou em Deus e pensou: “Eu devo estar solto no próximo mês”.


Mas depois de três meses, ele ainda estava no campo. Dessa vez, ele pensou: “Talvez outros três meses e eles me deixarão ir”. Os meses passaram, mas ele não foi solto. Foi então que Ehmet ficou depressivo. Todos os dias, via os ponteiros do relógio na parede girando e pensava: “Que tipo de vida é essa?”. Depois de um ano, entregou tudo para Deus.


Ele orou: “Deus, eu me rendo. Você decide quando eu devo ser solto”.


Ao fazer essa oração, uma paz veio sobre ele. Deus o encheu com uma sensação de liberdade para enfrentar qualquer dificuldade que viesse. Pouco depois, Ehmet foi transferido para outro campo, onde finalmente encontrou alguns cristãos. Embora não tivessem permissão de conversar, encontravam formas de se comunicar por meio de um olhar ou balançando a cabeça. Aquilo era o suficiente para se encorajarem.


No ano passado, Ehmet finalmente foi solto. Philip*, um colaborador da Portas Abertas, compartilhou: “Agora que está em casa, a vigilância continua. Mas isso não acabou com sua fé vibrante. Ele continua acreditando no Senhor. O tempo no campo de reeducação, na verdade, aprofundou a fé desse homem e renovou sua intimidade com Deus. Não apenas isso, apesar das restrições, ele tem uma nova ousadia de compartilhar o evangelho com vizinhos e uma urgência em visitar e encorajar outros cristãos. Nos próximos anos, ele espera treinar e enviar mais irmãos e irmãs para servir ao Senhor. Ele quer que outros compreendam essa visão para fortalecer o grupo crescente de cristãos ex-muçulmanos na China”.


* Nomes alterados por segurança.


Inabalável

Cristãos de origem muçulmana, como Ehmet, experimentam a perseguição mais severa na China. Suas orações e apoio dão a eles a força e o encorajamento que precisam para permanecerem inabaláveis. Com uma doação, você ajuda a manter o programa de discipulado para que saibam enfrentar a perseguição de forma bíblica. 


Fonte: Portas Abertas


"Jonas se dispôs, mas para fugir da presença do Senhor, para Társis; e, tendo descido a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem e embarcou nele, para ir com eles para Társis, para longe da presença do Senhor."

Jonas 1:03



Por Héber Negrão *


Todos os profetas do Antigo Testamento tiveram um chamado claro de Deus para anunciar uma mensagem ao Seu povo. Com Jonas não foi diferente, seu chamado foi tão desafiador quanto o de Oséias (casar com uma prostituta) ou o de Jeremias (ser considerado traidor do próprio povo). Jonas recebeu o desafio de levar uma mensagem de juízo contra a capital o Império Assírio, a nação mais terrível e poderosa de sua época e ainda por cima inimiga do seu país.


Ao olharmos o texto com um pouco mais de atenção vamos perceber que o chamado de Jonas dividiu-se em três partes: um chamado para obedecer a Deus, uma chamado para amar as pessoas e um chamado para avaliação de si próprio.


Não fuja do seu chamado para com Deus

Uma característica que marca o profeta Jonas é a desobediência. Ele desobedeceu a uma ordem direta de Deus. O Senhor falou claramente a Jonas que fosse levar a sua mensagem à cidade de Nínive e ele, deliberadamente não foi.


Em seu desespero Jonas desconsidera a onipresença de Deus, pois sua intenção era “fugir da presença de Deus” (Jonas 1:03). É possível que isso tenha acontecido devido à crença israelita de que Deus habitava somente no templo, desse modo, o local para onde o profeta fugiu era o extremo oposto de onde o Senhor o tinha mandado ir. Társis ficava no sul da Espanha do outro lado do Mar Mediterrâneo.


Muitos estudiosos têm procurado descobrir o motivo de Jonas ter fugido. Alguns afirmam que foi devido à sua consciência de que Deus iria perdoar o povo, outros acreditam que seu orgulho judeu o impediu de levar a mensagem àquele povo, pois as bênçãos do Senhor deveriam vir somente para a sua nação. O que interessa mesmo é que o profeta desobedeceu conscientemente uma ordem direta dada por Deus, e ainda resolveu arcar com todas as despesas por esta decisão, pois vemos que ele pagou a sua passagem no navio para Társis (Jonas 1:03).


Se considerarmos que Deus é um ser onisciente vamos perceber que Ele escolheu Jonas para esta tarefa apesar de saber que o profeta iria tentar fugir. Aprendemos com isso que o Senhor usa pessoas que têm vontades próprias e falhas humanas. Nós, assim como os profetas, não somos seres autômatos, somos homens falhos. O nosso chamado para obedecer a Deus teve superar qualquer tentativa de nossa natureza humana em fugir da responsabilidade que Ele nos deu. Só assim entenderemos que é um privilégio servi-lo, pois ele quer nos usar, apesar de sermos quem somos.


Não fuja do seu chamado para com as pessoas

Se olharmos atentamente o relato do livro vamos observar que o único momento mencionado em que Jonas se alegrou foi quando nasceu sobre ele uma planta que o refrescou do calor intenso (Jonas 4:06). Isso era uma alegria egoísta, pois resultava em seu próprio conforto. O profeta tinha se alegrado sobremaneira com uma planta que Deus havia feito nascer sobre ele. Esta planta morreu logo no dia seguinte e isto trouxe grande ira sobre o profeta que pediu a Deus sua morte (Jonas 4:01 ao 03).


Perceba que Jonas estava mais preocupado – e tinha se alegrado mais – com a planta que ele não teve o trabalho de cultivar, podar, regar e que nasceu sobre ele somente devido à graça de Deus. Ele não foi capaz de se alegrar pelo arrependimento de um povo pagão a quem Deus muito amava.


Soraya Cavalcanti diz no livro “Mergulho no Ser” que Jonas “amava mais as coisas do que as pessoas. Coisificava pessoas e pessoalizava coisas”. A planta que nasceu sobre ele era mais importante do que milhares de pessoas que iriam morrer por causa da ira de Deus. Tudo isso demonstra que o profeta não tinha o Senhor como foco de sua vida. Se sua paixão fosse a glória de Deus, ele teria se alegrado porque mais uma nação na terra iria render louvores ao nome do Senhor. Ao invés disso ele estava olhando para si mesmo e reclamando que o único objeto que lhe proporcionou alegria no momento havia secado.


Isso nos leva a perguntar como tem sido a nossa relação com as outras pessoas. Que nível de importância temos dado às bênçãos materiais que temos recebido de Deus, será que estas coisas tem assumido importância tal em nossa vida que nos esquecemos de levantar os olhos para nosso próximo? Será que, como Jonas, temos “coisificado pessoas e pessoalizado coisas”?


Não fuja do seu chamado para consigo mesmo

Jonas é um dos primeiros personagens bíblicos que escolhemos quando queremos dar um exemplo ruim a ser seguido. Isso nos leva ao perigo de desconsiderarmos algumas qualidades que podemos encontrar no profeta. Não quero com esse ponto justificar as atitudes erradas do profeta, mas mostrar que também podemos tirar lições positivas para nossa vida.


Pela narrativa detalhada fica claro que o autor do livro é o próprio profeta Jonas. Veja como, ao longo da história, ele descreveu e narrou todas as suas falhas e os seus defeitos sem encobrir nada (Jonas 1:03, 05 e 10; 4:01 ao 08). Ele sabia que este era um ensinamento que deveria ficar para a posteridade e, no entanto não contou a história de maneira que o exaltasse. Isso demonstra sua honestidade no relato.


No diálogo que Jonas tem com o Senhor ele expressa toda sua raiva e seu descontentamento diante de Deus sem medo algum. Ele se revelou por inteiro ao Senhor mostrando que ele estava indignado e deixou claro que o objeto de sua indignação era a bondade e misericórdia do Senhor (Jonas 4:02 e 03). Ele não teve medo de se mostrar descontente contra Deus. Isso demonstra sua total transparência diante daquele que sonda mentes e corações.


No barco, quando os marinheiros questionaram sobre sua identidade, apesar de seu mau testemunho, ele não negou que era servo do Deus dos céus e do mar (Jonas 1:09). Ele teve coragem para admitir que era sua culpa toda aquela tempestade e mais coragem ainda para sentenciar sua morte para que os marinheiros pudesse se salvar daquela situação (Jonas 1:11 e 12)


Jonas nos ensina a sermos sinceros conosco mesmos. Muitas vezes procuramos razões para nos justificarmos de atitudes erradas que tomamos. O pior é quando isso acontece em oração, diante do Deus onisciente, diante de quem podemos nos expor sem medo e vergonha.


Conclusão

O arrependimento do profeta em situação de calamidade o faz renovar seus votos diante de Deus, leva-o a louvá-lo por sua infinita bondade e supremacia em relação aos outros deuses e faz com que ele ofereça sacrifícios ao Deus único e verdadeiro (Jonas 2:08 e 09). Assim que ele é jogado na praia ele põe em prática o resultado deste arrependimento e se dispõe novamente, mas desta vez para cumprir a vontade do Senhor (Jonas 3:03). Assim como Jonas nós devemos atender ao chamado do Senhor para as nossas vidas, sem negligenciar aqueles que nos cercam e tendo uma visão correta e humilde de quem somos diante de Deus.


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Héber Negrão é paraense, tem 33 anos, mestre em Etnomusicologia e casado com Sophia. Ambos são missionários da Missão Evangélica aos Índios do Brasil (MEIB) e da Associação Linguística Evangélica Missionária (ALEM). Residem em Paragominas (PA) e trabalham com o povo Tembé.



Fonte: Ultimato/Paralelo10

"Ide, pois, para as encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas a quantos encontrardes. E, saindo aqueles servos pelas estradas, reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e a sala do banquete ficou repleta de convidados."

Mateus 22:09 e  10



Estávamos orando, eu e a Melina (minha esposa), e falando com o Senhor sobre nosso coração, pedindo ao Senhor que encontrasse em nós corações disponíveis, moldáveis e ensináveis, para as diversas coisas concerntes ao Reino de Deus e, claro, missões e evangelismo.


A visão

Então, tive a clara visão de um homem que, sorrindo - de fato muito feliz, satisfeito com sua tarefa - estava no que parecia ser a entrada de um grande palácio, ao mesmo tempo em que das portas para dentro se assemelhava a uma sala de jantar na qual havia uma grande mesa, sobre a qual um enorme banquete, uma mesa apenas, longa e farta. Este homem recebia os convidados e os introduzia ao salão, ao banquete e ao mesmo tempo à família que oferecia o banquete.


Foi uma rápida imagem, não mais que alguns segundos.


A convicção

• O banquete é o júbilo no céu por um pecador que se arrepende (Lucas 15:07), e também o marco da eternidade como filhos que recebem o espírito de adoção pelo qual clamamos: Aba, Pai (Romanos 8:15). 


• O homem à porta do palácio são aqueles que anunciam as coisas boas (Romanos 10:15) e tem a oportunidade de levar um perdido a Cristo. A alegria estampada em seu rosto era contagiante, era como quem tem o coração alegre (Isaías 65:14). E mesmo aquele homem era um servo, mas também era um filho, e, sendo filho, também herdeiro por Deus (Gálats 4:05 ao 07), ele mesmo já havia sido recebido por outro filho ou filha quando fora convidado.


"Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras palavras de Deus."

Apocalipse 19:09


O privilégio

Com uma alegria inexplicável, aquele momento de oração se tornou a pregração para nós mesmos do privilégio de servir ao Senhor e estarmos presentes no momento mais importante da vida daqueles que são alcançados pela Graça de Deus, que em uma fração de segundos tem o seu destino eterno mudado.


Sem palavras! Esta foi a nossa reação. Gratidão por ter o Senhor nos revelado seu propósito eterno e nos chamado para tão grande missão. Não importa se é uma pessoa, não estamos olhando para multidões, mas para aquela criatura pela qual Ele decidiu morrer e ressuscitar, que alegria!


Não tem relação com nome de "ministério" ou denominação eclesiástica, não tem relação com "likes" ou números em redes sociais. Coisas criadas para gerar status e impressão de relevância, quando vistas pelas lentes da popularidade, da vaidade e do que é temporário. 


Nosso chamado é eterno! Nossa alegria também! Há muitos anos, dezenas, centenas, milhares de anos, homens e mulheres tem sido chamados para esta mesma missão e o Senhor tem sido a razão, a alegria, o deleite e a herança de cada um deles. Muito antes de "facebooks", "youtubes" e "instagrans" e para ser honesto, muitos deles exerceram (e exercem ainda hoje) tal privilégio sob ameaças, perseguições e mortes, sem nunca tirar os olhos daquilo que não lhes pode ser tirado: a alegria da salvação!


A resposta

Eis-nos aqui!


"Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim."

Isaías 6:08


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Edinelson F. Lopes

Ministério Fogo para Missões

"Jonas se dispôs, mas para fugir da presença do Senhor, para Társis; e, tendo descido a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem e embarcou nele, para ir com eles para Társis, para longe da presença do Senhor."

Jonas 1:03


Imagem: instagram.com/fogoparamissoes


O indiano George P. Chacko se mudou com sua família para os Estados Unidos quando era adolescente, em 1980. Seu avô tinha servido como evangelista das Assembleias de Deus na Índia e seu tio se tornado pastor, Chacko escolheu um caminho diferente ao chegar à idade adulta em Nova York: investir em sua carreira financeira.


Por 14 anos, Chacko trabalhou como especialista de operações na Merrill Lynch, um banco de investimentos norte-americano. Ele passou todos esses anos trabalhando em Wall Street, em busca de uma vida mais próspera.


Eu sabia que tinha um chamado ministerial, mas não queria ser pastor”, diz Chacko, de 56 anos, à AG News. Ele se contentava em simplesmente doar fundos para missões e ajudar o grupo de jovens da igreja.


Sua vida mudou dramaticamente em uma noite de novembro de 1999, quando foi abordado por quatro homens armados após sacar dinheiro em um banco. O quarteto havia seguido Chacko de um trem para o banco. Enquanto ele voltava para casa, no escuro, um dos homens o agrediu na cabeça.


O outro atirou no peito de Chacko por duas vezes, mas nenhuma bala saiu da pistola.


Embora um pouco machucado, Chacko não sofreu danos físicos. No entanto, os ladrões fugiram com 3.500 dólares em dinheiro e algumas ordens de pagamento que ele carregava consigo. 


A polícia nunca capturou os bandidos ou recuperou o valor, mas esse acontecimento mudou o destino de Chacko. “Pela graça de Deus, sobrevivi”, diz ele. “Eu ouvi a voz de Deus: ‘Você vai me servir?’


Aos 36 anos, Chacko renunciou a seu cargo na Merrill Lynch e passou a se dedicar apenas ao ministério.


George Chacko serve a Deus ao lado de sua família. (Foto: George P. Chacko)


Depois de completar seus estudos em teologia pela Global University, Chacko passou a liderar a Assembleia de Deus de Cristo no Queens, em Nova York. A igreja se mudou para um prédio em Floral Park e depois para uma sinagoga judaica na Franklin Square, onde atualmente se encontra. 


Cerca de 60% dos fiéis nasceram nos EUA, enquanto o restante vieram da Índia. A AD Cristo abriu 31 congregações afiliadas, bem como um centro de treinamento na Índia. Ele serve a Deus ao lado da esposa, Anu, e de três filhas: Christine e seu marido, Blessen Samuel; Justine e seu marido, Shalom John e Hannah.


Ele tem alguns dons espirituais significativos, uma unção em sua vida e ama as pessoas”, diz Duane Durst, amigo de Chacko há 26 anos. “Foi necessário um claro chamado de Deus para deixar uma profissão lucrativa, mas sou grato por ele ter aceitado um chamado maior”.


Fonte: Portal Guia-me

"Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem;"

Salmos 139:13 e 14



O site LifeSiteNews foi banido de uma plataforma de compartilhamento de vídeo e teve todos os seus vídeos pró-vida removidos. O portal relatou o ocorrido na quarta-feira (10/02) em seu site, revelando que eles perderam o acesso a mais de 300.000 seguidores de seu canal.


"O YouTube removeu completamente o canal LifeSiteNews. Este não é um banimento temporário; cada um de nossos vídeos foi embora completamente", escreveu a equipe do site. "Felizmente, temos backups de todos os nossos vídeos, mas isso significa que centenas de milhares de pessoas perderam o acesso ao nosso conteúdo revelador."


O breve artigo também direciona os seguidores ao Rumble, uma plataforma conservadora, para assistir aos vídeos da LifeSite lá.


Em janeiro, o site anunciou ter sido banido por duas semanas do YouTube, depois que publicaram vídeos sobre vacinas, que de acordo com a rede social violava as "diretrizes da comunidade" do YouTube.


A partir desta manhã, LifeSiteNews recebeu um segundo golpe do YouTube, enquanto a Big Tech continua sua repressão às vozes conservadoras e cristãs”, disse o portal pró-vida.


"Desinformação médica"

Em novembro passado, o YouTube suspendeu o canal LifeSiteNews por uma semana depois que alegações de "desinformação médica" foram feitas contra um vídeo com comentários de um médico, de acordo com o The Blaze.


Mais tarde naquele mesmo mês, o YouTube suspendeu o site por causa de um vídeo intitulado "Tradições católicas do Natal para incutir fé em seus filhos". O vídeo também foi marcado com um selo de "desinformação médica" antes que o YouTube removesse o vídeo.


Um porta-voz do Google, a empresa dona do YouTube, disse ao The Blaze que o canal LifeSiteNews foi fechado por repetidas violações da política de desinformação Covid-19 da empresa. Qualquer conteúdo que promova métodos de prevenção que difira das informações fornecidas pelas autoridades de saúde locais ou pela OMS é proibido.


"Qualquer canal que violar nossa política de desinformação Covid-19 receberá um aviso, que restringe temporariamente o envio ou transmissão ao vivo. Os canais que receberem três avisos no mesmo período de 90 dias serão removidos permanentemente do YouTube", disse o porta-voz.


Em uma declaração à CBN News, a diretora de marketing da LifeSite, Rebekah Roberts, disse: "A verdade é que já estávamos prevendo isso há algum tempo. O YouTube e outros titãs da tecnologia simplesmente não estão interessados ​​em permitir que alguém discorde de seu liberal aprovado pelo estado, ideologia totalitária. Felizmente, já tomamos medidas preventivas para garantir que a verdade continue a chegar aos ouvidos daqueles que mais precisam dela nestes tempos ditatoriais. Estamos ativos em várias outras plataformas, como Gab, Telegram e Rumble e incentive outros a se juntarem a nós lá."


Fonte: Portal Guia-me