"Vinde, cantemos ao SENHOR; jubilemos à rocha da nossa salvação."
Salmos 95:01


A mensagem da esperança através do nascimento de Jesus será contada em música em Portugal neste Natal. No sul do país, onde nossos missionários Henrique e Juliana de Araujo, que também possuem formação musical, estão sendo voz de Deus, já começaram os ensaios na igreja na cidade de Portimão e também no Faro.

Além disso, a atuação de Henrique no cenário musical português está abrindo portas para que o Evangelho seja anu

nciado em vários locais de concertos na região. A cantata de Natal será inclusive no Teatro Municipal de Portimão.

O ano letivo no Conservatório de Portimão e na Academia de Música de Lagos iniciou suas atividades há pouco tempo, e para comemorar o Dia Mundial da Música, Henrique foi convidado para reger o concerto, que aconteceu no Teatro Municipal de Portimão, onde graças a Deus faremos nossas apresentações de Natal”, conta a missionária Juliana de Araujo.

Nessa apresentação, Henrique preparou um arranjo de um fado bem conhecido em Portugal, “Canção do Mar”, que acabou sendo escolhida para fechar o concerto naquela noite.

O maestro João Cunha, que tem sido o homem de paz que Deus preparou para nós aqui no Algarve, pediu ao Henrique que desse algumas palavras no final e que convidasse o público para o Natal”, relata Juliana. “Foi uma excelente oportunidade para convidarmos mais de 200 pessoas para ouvirem sobre o amor do nosso Deus”, conta.

Após o concerto, uma jovem cantora de fado se interessou em participar do musical de Natal em Portimão. O casal missionário também convidou uma vizinha e a esposa do maestro João Cunha, que já cantou em coro há algum tempo.

Temos orado e pedimos a você que se junte a nós em oração por essas vidas, para que, ao participarem, sejam tocadas com a mensagem que o real significado do Natal cristão, cuja estrela é o nosso Salvador”, pede o missionário Henrique.

Quanto ao ensino da Palavra, o casal deu início a um discipulado individualizado com jovens.

Além de fortalecer a fé, o objetivo é prepará-los para que estejam prontos para dar razão da sua esperança no contexto em que estão inseridos, onde encontram hostilidade e preconceito, bem como para que possam se tornar futuros discipuladores e evangelistas”, afirma Henrique.

Os missionários finalizam pedindo oração pela ida de ministros de música e músicos brasileiros cristãos a Portugal em janeiro de 2016.

É o projeto Músicos em Missões. Esse grupo terá um papel importantíssimo em nossas duas grandes áreas de atuação aqui em Portugal: capacitação das igrejas e testemunho público na sociedade através da música. Pela graça de Deus será realizado o primeiro encontro de músicos batistas de Portugal com a presença dos brasileiros, além de ser realizado aqui em Portimão um concerto em parceria com a orquestra do conservatório”, conclui Henrique.

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Fogo para Missões
"E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos."
Tiago 5.15 e 16


Na Bíblia, o apóstolo Tiago nos ensina no versículo acima esta verdade espiritual, e nós, praticamos e cremos no poder da oração.

Muitos cristãos que vivem sob perseguição relatam ao Ministério Portas Abertas que as orações têm sido o sustento que os faz permanecer firmes mesmo em meio a tão forte tribulação, pois Deus os têm consolado, socorrido, abençoado, protegido e confortado em diversos momentos críticos. São relatos marcantes da fidelidade do Senhor em estar com seus filhos durante todo o tempo.

Assista ao vídeo de um dos testemunhos mais marcantes da Portas Abertas sobre o poder da oração:


VAMOS ORAR

Pensando em incentivar a Igreja Livre, ou seja, a comunidade de cristãos que tem liberdade de culto, a orar por nossos irmãos perseguidos, a Portas Abertas Brasil edita mensalmente o boletim “Vamos Orar”, encartado junto com a revista mensal e também disponível no site (clique aqui para ver os pedidos do mês corrente).

Paulo nos lembra em Efésios 6 que “a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais” (v.8), e “tendo isso em mente”, a Portas Abertasestá atenta e perseverando na oração por todos os santos” (v.12).

Entendemos que os cristãos que vivem sob perseguição enfrentam forte oposição espiritual e necessitam que a Igreja os cubra com suas orações. Essa é a maior contribuição que você, como cristão, pode oferecer!

FOGO PARA MISSÕES

Estaremos em 2016 retomando o projeto #TempodeOração, com o qual desejamos fazer parte de um clamor por avivamento missionário no Brasil e no mundo. Juntamente com este projeto, voltamos as publicações aqui no BlogFpM, alinhados ainda mais com nosso objetivo que é o de despertar e incentivar a todos que entrar em contato conosco a se envolver com a obra missionária.

O Senhor nosso Deus tem um plano, e se chama SALVAÇÃO.

"Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem."
I Timóteo 2:01 ao 05

Texto original: Portas Abertas

Fogo para Missões
"E, quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós; antes, vos ensinarei o caminho  bom e direito"
I Samuel 12:23


Note que Samuel considera como sendo pecado o não orar por aqueles que pedem oração. Orar por alguém, neste caso pelos irmãos nigerianos e por todo o povo da Nigéria, é mais do que pedir para de Deus tenha misericórdia, é sofrer como se estivesse sendo perseguido com a pessoa por quem você está orando.

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Em um ataque realizado no estado de Yobe, no norte da Nigéria, cerca de 15 pessoas foram assassinadas, sendo, pelo menos, 130 delas cristãs, segundo fontes da própria igreja

Centenas de pessoas ainda estão desaparecidas e a destruição durante o ataque incluiu cerca de 10 edifícios de igrejas da região.

Mais de 200 pessoas do grupo extremista islâmico Boko Haram que atacaram a capital do Estado de Yobe, em Damaturu, às 5 horas da tarde do dia 4 de novembro e logo, os terroristas haviam bloqueado todas as quatro principais rodovias que levam à cidade.

Os líderes cristãos em Damaturu disseram ao Compass que das 150 vítimas registradas no ataques, mais de 130 eram cristãos. Quando os extremistas muçulmanos chegaram a cidade, qualquer  cristão que não conseguisse recitar o credo islâmico era baleado imediatamente e morto instantaneamente.

Quando os extremistas no atacaram aqui no dia 4 de novembro, foi como o fim de tudo para os cristãos. Nossas casas foram alvejadas indiscriminadamente. Eu e minha família nos trancamos em casa”, disse Rev. Idris Garba, presidente da Associação Cristã da Nigéria (CAN) no estado de Yobe.

Garba, que também é um dos pastores da Igreja Boa Nova na região de Damaturu, disse que sua igreja diminuiu cerca de 500 membros depois dos ataques: “Nós podíamos ter mais do que 100 membros na igreja após o ataque. A maioria dos membros está se escondendo com medo ou deixaram a cidade".

Garba que tem o ministério pastoral desde 1993 e tem servido como pastor da igreja há dois anos disse que os cristãos foram mortos na frente do templo de sua igreja no dia antes de ela ser bombardeada.

Fonte: Portas Abertas 

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Pense um pouco, como estaria o seu coração se você estivesse vivendo estas coisas diante de seus olhos, a perda, o medo, a dor, a fé. Pensou? Então agora você tem muito o que conversar com o Senhor sobre os amados irmãos nigerianos!

Fogo para Missões
"Ouvi, Senhor, a tua palavra, e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia."
Habacuque 3:02



Gostaríamos de lhe fazer um importante convite, queremos convidá-los para um #TempodeOração por missões!

#TempodeOração é o projeto que tem por objetivo mobilizar o máximo de irmãos em clamor incessante por missões. Este projeto começou em 2011 de forma simples, em nossa casa e em pouco tempo chegou na internet através da tag #TempodeOração através do twitter (@FogoparaMissoes). Desde então muitos irmãos entraram neste tempo de clamor, inclusive compartilhando em suas igrejas, tornando este clamor ainda maior.

Em 2016 desejamos continuar este projeto, e aumentar o número de cristãos envolvidos de forma consciente neste clamor. Você poderá juntar-se a nós através do Calendário de Oração, um roteiro de oração que vamos publicar nos próximos dias, aqui no #BlogFpM, onde você poderá também baixar o calendário em arquivo PDF para impressão caso queira divulgar com sua igreja local.

"Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos."
Isaías 57:15

Cremos que o Senhor deseja ser buscado, que Ele deseja estar com aqueles que o buscam. 

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O projeto #TempodeOração não se propõe a ser uma "barganha" com Deus, mas a mobilização de cristãos para buscar a face do Senhor nosso Deus e se deleitar Nele.
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"Se eu fechar os céus, e não houver chuva; ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra; ou se enviar a peste entre o meu povo; E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar."
II Crônicas 7:13 ao 15

Edinelson F. Lopes

O Ministério Fogo para Missões existe para servir igrejas locais na realização de missões, através da intercessão, ministrações como "Evangelismo Pessoal", "O que é o Evangelho" e participação em eventos como impactos evangelísticos. Somos pessoas comuns que desejam servir, pois este é o significado da palavra ministério, serviço. 

Fogo para Missões
“Bem sei que tudo podes, e que nenhum de teus planos pode ser frustrado.”
Jó 42.02


A Peregrinação cristã: sofrimento e vida de John Bunyan
A década de 1660 foi de muito tumulto e agitação na Inglaterra. Cromwell, o protetor da Inglaterra e do parlamento, morrera três anos antes. Carlos II, filho do rei decapitado, volta do exílio em 1649 e ascende ao trono. A Igreja da Inglaterra ganha mais uma vez o status de Igreja do Estado e põe fim à liberdade de culto que se viu entre os anos de 1640 a 1660. No ano seguinte, 1662, através do chamado ato de conformidade, mais de 2000 ministros puritanos não conformistas foram ejetados de seus púlpitos, suas igrejas foram fechadas e eles foram proibidos de pregar e até mesmo de residir a  menos de 8 km de qualquer vila ou povoado. O novo Parlamento, conhecido coloquialmente como o “Parlamento bêbado”, pelo tipo de homens que o compunha, removeu todo princípio de reforma do ambiente religioso da Inglaterra. Um dos mártires daqueles dias, o Conde de Aryl, do alto de seu cadafalso, diante do seu carrasco, disse o seguinte:

“Estes tempos em que vivemos são ou de muito pecado ou de muito sofrimento. Que os cristãos façam pois sua escolha – PECAR OU SOFRER, e, certamente, aquele que escolher a boa parte, haverá de escolher SOFRER.”

 John Bunyan escolheu sofrer!
Bunyan foi um daqueles heróis da fé que experimentou no corpo e na alma a agudez do sofrimento em suas manifestações mais amplas: desde lutas intensas com sua própria consciência e convicção de pecados, que resultou num longo e doloroso processo de apropriação da fé, até os sofrimentos da miséria, privação, doença e perseguições por causa de sua fé.

O Peregrino, reputado como o livro mais publicado e lido em toda a história depois da Bíblia, é uma fascinante alegoria que conta a história de Cristão rumo à Cidade Celestial. Seu caminho é realizado em etapas, e, em todas elas, Cristão experimenta vários tipos de sofrimento e lutas intensas, passando pelo “pântano do desânimo”, pelo “monte da dificuldade”, pelo “vale da humilhação”, pelo “vale da sombra da morte”, pelo martírio de Fiel, pelo “castelo da dúvida” até chegar ao rio que não tem ponte.

Seu autor, John Bunyan, nasceu na Inglaterra da era puritana em 1628, numa cidadezinha rural chamada Bedford. Teve uma infância pobre, recebeu uma educação precária e se tornou funileiro (latoeiros) por profissão, seguindo a profissão de seu pai. Com apenas 14 anos perdeu, no espaço de um mês, sua irmã caçula e sua mãe. Aos 16, juntou-se ao exército parlamentar onde permaneceu por alguns anos.

O início de seu processo de entendimento da fé cristã se deu através da leitura dos dois únicos livros que tinha em casa; herança recebida pela primeira esposa. Os livros eram “O Caminho do homem ao Céu” de Arthur Dent e “A Prática da Piedade” de Lewis Bayly. A leitura desses livros causou forte impressão em John Bunyan e levou-o a refletir com mais seriedade a sua situação diante de Deus. Bunyan converteu-se debaixo do ministério do pastor batista John Gifford, e conta-nos como foi sua conversão, em meados dos anos 1650.

Apropriar-se das bênçãos da salvação não foi uma tarefa fácil para Bunyan. Em sua autobiografia, “Graça abundante ao principal dos pecadores”, ele dedica mais de dois terços da obra para descrever os altos e baixos de suas lutas internas. Num certo ponto, ele reconhece que suas provações e sofrimentos vinham “do Senhor, de Satanás e de minha própria corrupção”. E suas lutas contra sua consciência acusadora e as tentações e provas de Satanás faziam com que, muitas vezes, ele desejasse ser como um “cachorro, ou um cavalo, por não possuírem uma alma sujeita ao inferno”. Ele sentia grande tristeza por ter sido criado por Deus, crendo que seria condenado por causa de seus pensamentos pecaminosos, pois não cria ser possível alcançar a santidade. Em certa oportunidade, a passagem de Lucas 22:31, que diz “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou” parecia tão vívida para Bunyan que ele a ouvia como que se alguém a gritasse atrás de seus ombros.

Bunyan lutou com a certeza de seu chamado e salvação. Muitas vezes ele sentia-se como Saul, Caim ou Esaú – um errante, que tendo conhecido alguma coisa da Palavra de Deus, a abandonou por um prato de lentilhas. Seus temores pelo inferno causavam desespero e grandes tumultos em sua alma.

Noutra ocasião, ele relata que “essas coisas me lançaram ao desespero. Quando essas tentações me sobrevinham com tamanha força, me comparava a uma criança que algum nômade havia levado para longe de seus amigos e de sua terra. Às vezes eu esperneava, gritava e chorava em desespero

O sofrimento de Bunyan se estendeu por anos. Em algumas ocasiões, ele experimentava algum alívio de suas tentações e consciência, em outras, o desespero era tal que ele não “conseguia orar a Cristo contra quem pecara”.

No Peregrino, Bunyan parece retratar esse tipo de angustia na passagem de Cristão pelo vale da sombra da morte. Lá, ele relata que Cristão encontrou homens que fugiam deste vale, porque lá tinha “sátiros e demônios do inferno. Uivos e gritos contínuos de um povo em aflição indizível, jazendo em sofrimento e cadeias. Por cima do vale, pairam as desoladoras nuvens da confusão, e a morte está sempre com as asas abertas. É tudo completamente terrível, lúgubre e sem ordem”.

Mas Cristão, embora trêmulo e temendo pela vida, desembainhou sua espada e seguiu pelo vale, até ver raiar o dia. Assim foi com Bunyan também, que finalmente viu o fim de suas angustias pela sua alma quando a  “sentiu a convicção da Justiça de Cristo em sua vida”. Ele chamou essa sua convicção de “triunfo da graça”.

Alguns anos depois de sua conversão, ele ficou viúvo e sua esposa deixou-lhe 4 filhos, sendo uma delas cega. Ele casou-se novamente com uma mulher muito piedosa, Elizabeth, que foi sua companheira e ajudadora o resto de sua vida; tornou-se pastor de uma congregação batista e, a partir da década de 1660, com o retorno da monarquia e a proibição do ministério de pregação leiga e não conformista, Bunyan passou a ser encarcerado em inúmeras oportunidades. A soma do tempo em que Bunyan passou na prisão totaliza 12 anos.

Durante seu julgamento, Bunyan defendeu seu direito de pregar lendo a passagem de I Pedro 4:10 e 11, que diz: “Servi uns aos outros cada um conforme o dom que recebeu como bons despenseiros da multiforme graça de Deus; se alguém fala, fale conforme os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Cristo Jesus, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!

Bunyan foi encarcerado.  E em cada oportunidade de sair da prisão, prometia que voltaria a pregar.  E voltava à prisão.  Seus dias de encarceramento foram de muitas incertezas e dificuldades

A cada dia, Bunyan sentia-se, literalmente, com a corda no pescoço. Ele sabia que poderia morrer a qualquer momento. Além disso, o pensamento das privações e sofrimento que sua família passaria era algo que lhe cortava o coração. Durante seu período de encarceramento, Bunyan registrou o seguinte

A separação de minha esposa e de meus filhos, sempre me tem sido como arrancar a carne de meus ossos, enquanto estou neste lugar. Isso não somente porque os amo demais, mas porque sou sempre lembrado de suas privações, misérias e da grande falta que minha família terá, se for tirado deles, especialmente minha pobre filhinha cega. Ah, pensar nas privações que minha doce filha cega pode passar quebra meu coração. Pobre criança! Que grandes sofrimentos será sua porção neste mundo. Ela poderá  ser esbofeteada, mendigar, passar fome, frio, não ter o que vestir e milhares de outras calamidades.

Foi na prisão que Bunyan escreveu sua obra prima, O Peregrino e sua autobiografia, “Graça Abundante ao Principal dos Pecadores.” Mas Bunyan produziu muitas obras e escritos. Segundo o historiador Christopher Hill, Bunyan escreveu cerca de 58 obras!

Bunyan foi alguém que produziu teologia sob o fogo da provação!

A maior parte de seus escritos tinha como propósito ajudar os peregrinos a percorrer o caminho que leva ao Céu. Escreveu obras evangelísticas; escreveu sobre a conversão; sobre a santidade; sobre a edificação dos santos; sobre as batalhas cristãs. Escreveu obras teológicas sobre a pessoa de Cristo, sobre a trindade, sobre a igreja e  escreveu também duas obras importantes sobre o sofrimento, uma delas chamada “Conselho aos Sofredores” e a outra, “As provações dos cristãos – a aflição e seus benefícios”.  Nessas obras, Bunyan encorajou o homem de dores a permanecer íntegro e fiel diante das perseguições e sofrimentos, dizendo que “Não há nada, além de Deus e da graça de Cristo, que mantém firme o homem que sofre, como uma boa vontade e consciência”. Sua consciência, como a de Lutero, estava cativa ao Senhor e por isso, ele dizia que “se tivesse 4500 litros de sangue, derramaria cada gota em favor de seu Salvador”.

Sobre ele, era dito que seu sangue era composto de versículos bíblicos. Tudo que Bunyan escrevia era repleto da Bíblia. Na verdade, a Bíblia era o livro que ela carregava consigo a maior parte do tempo e o único a que tinha acesso durante os dias de prisão.

Bunyan morreu aos 60 anos de idade, em 1688, quando, já com saúde debilitada depois de envolver-se num enorme esforço que resultou na publicação de 6 livros, cavalgou da cidade de Reading  para Londres debaixo de forte tempestade. Contraiu um pneumonia e, depois de dez dias de enfermidade, expirou – cruzando como verdadeiro peregrino o rio que leva à Jerusalém espiritual.

Tirando proveito das lutas
Alguns desses episódios de sua vida nos ajudam a entender as diferentes formas de sofrimento e qual deve ser nossa resposta a eles. Bunyan disse que seu sofrimento trouxe-lhe muita “convicção, instrução e entendimento”. Vejamos como ele tirou proveito das lutas que travou em sua vida e como nós também podemos ter esse proveito.

Autoconhecimento: As provas serviram para Bunyan conhecer melhor seu coração. Ele disse haver encontrado sete abominações contra as quais teve de lutar:
• inclinação à descrença;
• esquecimento súbito do amor de Deus;
• inclinação às obras da Lei;
• distração e frieza na oração;
• esquecer de observar aquilo porque orei;
• inclinação por murmurar pelo que não tenho mais e de abusar daquilo que tenho; e
• incapacidade de fazer o que Deus me ordena sem que a natureza pecaminosa me faça sentir sua presença.

Crescimento Espiritual: As aflições serviram também ao crescimento de Bunyan e, segundo ele via, conforme ensina Romanos 8.28, essas coisas aconteciam para seu bem. Deus as ordenava para que:

• eu negue a mim mesmo;
• eu seja impedido de confiar em meu coração;
• eu seja convencido da insuficiência de toda retidão inerente;
• eu veja a necessidade de vigiar e ser sóbrio;
• eu seja estimulado a orar a Deus, por meio de Cristo, para que me auxilie e conduza neste mundo.

Algumas conclusões:
1. Somos convidados a confiar em Deus em todas as circunstâncias e lutas da vida por causa dos sofrimentos de Jesus, na Cruz. – A cruz, instrumento de sofrimento, é nosso quinhão. Cristo nos convida a tomarmos a nossa cruz diariamente, a morrermos para nós mesmos e vivermos para ele, pois ele morreu por nós para que pudéssemos nele ter vida. Precisamos de nos crucificar para este mundo.

2. O sofrimento é o cadinho de Deus. Prova a nossa fé e nos refina. Somos amadurecidos e crescemos na medida em que colocamos nossos olhos em Cristo e nos sofrimentos dele, quando nós mesmos passamos por sofrimentos: (Hebreus 12:02): “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.

3. O sofrimento desta vida ajuda-nos a lembrar da esperança do porvir. A ressurreição e os novos céus e nova terra – a eternidade – fica diante de nossos olhos quando olhamos para as durezas da vida com perspectiva. Bunyan, descreve assim a cidade celestial: “Ora, no momento que as portas foram abertas, olhei para dentro. Eis que a cidade brilhava como o sol e as ruas eram pavimentadas com ouro. Nelas, andavam muitas pessoas com coroas nas cabeças, palmas nas mãos e harpas douradas, para com elas cantar louvores. Haviam também seres que tinham asas e clamavam incessantemente uns aos outros dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor. Tendo visto essas coisas, desejei muito estar entre eles”.

Que diante do sofrimento, tenhamos, finalmente, uma resposta como a de Jó:

“Bem sei que tudo podes, e que nenhum de teus planos pode ser frustrado.”
Jó 42.02

Vincit qui patitur (O que sofre conquista).


Fogo para Missões
"Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente."
Hebreus 13:08

Muito interessante que um homem da ciência compreenda que o tempo não é uma limitação, mas um motivador, assista o vídeo, reflita no texto abaixo! Isso poderá mudar o seu dia, o seu hoje, e principalmente o seu "para sempre".


Entendo que para Deus, o Eterno, não existe ontem, nem hoje ou amanhã, Deus é!

Claro que não compreenderemos como isso funciona, somos limitados por uma percepção de TEMPO, uma percepção que nos limita apenas a estas definições de ontem, de hoje e amanhã, depois de amanhã, o próximo segundo, minuto, hora, dia, mês, ano, década, século, milênio.

O tempo nos permite calcular a velocidade, pois com velocidade podemos chegar em menos tempo, e talvez sobre tempo para fazer mais alguma outra coisa, afinal, como diz a conhecida frase "não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje".

Entendo então que o tempo não é um inimigo ou um carrasco, mas uma expressão do AMOR de Deus. É justamente através desta compreensão de tempo, que podemos imaginar a eternidade.

Você já notou que temos a impressão de tempo diferente quando estamos em uma situação boa ou ruim? Uma hora ao lado da pessoa amada parece passar tão rápido, já estes mesmo 60 minutos parecem demorar muito no hall de espera de um hospital, o tempo está ligado às nossas emoções, profundamente.

Então Deus, o Eterno Deus, deu ao homem o tempo, para que pudéssemos imaginar a eternidade com Ele ou eternamente sem Ele. Deus fez também muitas outras coisas para, juntas, apontarem para o homem o Caminho, a Verdade e a Vida, Jesus Cristo!

TODOS PRECISAM SER SALVOS
"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus."
Romanos 3:23 e 24

JESUS NOS TORNA JUSTOS, SE CREMOS NELE
"Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus."
Romanos 3:25 e 26

O DESTINO DOS JUSTIFICADOS POR CRISTO
"E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna."
Mateus 25:46

JESUS É O ÚNICO SALVADOR
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." 
João 14:06

O QUE FAZER PARA SER SALVO
"A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação."
Romanos 10:9 e 10


Sempre gosto de deixar esta mensagem ao final de minhas publicações do Facebook, principalmente no meu perfil pessoal, um convite para meus amigos (nem todos são cristãos), algo assim: Se desejar, me envie uma mensagem "inbox" e eu poderei compartilhar um pouco mais sobre o plano de salvação de Deus para os homens, através de Jesus Cristo, o Filho de Deus!

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Fogo para Missões
"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus."
Romanos 12:01 e 02


O canadense Oswald Jeffray Smith aceitou a Cristo aos dezesseis anos ao ouvir o famoso evangelista R. A. Torrey. Preparou-se para o ministério e foi ordenado pastor presbiteriano. Seu desejo era dedicar-se à obra missionária mas foi advertido de que era muito fraco fisicamente para enfrentar a dura vida missionária.

Como o Pr. José dos Reis Pereira disse: "As juntas missionárias às vezes falham nos seus diagnósticos - o jovem tão fraco, que não podia ser missionário, viveu 96 anos (...)".

Um de seus lemas era: “Nenhuma visão que não seja o mundo é a visão de Deus”. Suas iniciativas para influenciar o mundo foram tão grandes que milhares de pessoas o chamavam de “Sr. Missões”. Deus o usou poderosamente num trabalho que não deixou de ser missionário, pois além de pregar em 80 países do mundo [inclusive o Brasil], ainda fundou uma igreja que tem sustentado centenas de missionários.

Oswald J. Smith fundou a Igreja do Povo, em Toronto, em 1928, e continuou como seu pastor até 1958. Embora seja uma das maiores igrejas do Canadá, sua fama reside no sustento de missionários através do mundo. Do seu pastor foi dito: "O Dr. Oswald Smith deu mais ímpeto para missões do que qualquer outra pessoa viva".

Billy Graham, falando dos 35 livros (traduzidos para 128 línguas) deste servo do Senhor, escreveu: "Seus livros tem sido usados pelo Espírito Santo para penetrar na profundeza da minha alma e tiveram uma influência tremenda sobre minha vida pessoal e meu ministério".

O seu livro Paixão Pelas Almas, amplamente divulgado pela Junta de Missões Mundiais, teve"A tarefa suprema da Igreja é a evangelização do mundo", Oswald Smith pregava isso e o praticava. Foi um evangelista mundial, pregando e ganhando almas em todos os continentes. Pelo rádio alcançou milhões de pessoas, através de 42 emissoras. Como editor, publicou uma revista por mais de 40 anos. Foram-lhe conferidos três doutorados (honoris causa) .
enorme repercussão no Brasil.

Como hinista, o Dr. Smith escreveu mais de 1. 200 poesias e letras de hinos e cânticos evangélicos. Publicou várias coletâneas. Billy Graham pregou na ocasião do culto fúnebre deste eminente estadista missionário, e entre outras coisas disse que Oswald Smith foi "a maior combinação de pastor, hinólogo, líder missionário e evangelista de nosso tempo".


Fogo para Missões
"Tu, Senhor, és a porção da minha herança e do meu cálice; tu és o sustentáculo do meu quinhão. As sortes me caíram em lugares deliciosos; sim, coube-me uma formosa herança."
Salmos 16:05 e 06



Há coisas que podemos escolher e "controlar", diante das quais podemos tomar nossas decisões. Podemos, por exemplo, escolher abrir a Palavra de Deus e meditar nela, aprender de Deus, obedecer ao Senhor e descansar Nele.

Mas há aqueles que simplesmente preferem deixar "a vida os levar", não fazem de YHWH seu Deus, escolhem as sementes segundo seus corações, e quase sempre culpam a Deus quando é hora de colher seus frutos.

Para o cristão, que não vive mais segundo a Lei, mas sob a GRAÇA, Deus não é o Legislador, YHWH É NOSSA HERANÇA, Ele é tudo o que temos, tudo o que desejamos e precisamos ter.

Davi escreveu o que conhecemos hoje como Salmos 16 e em determinado momento ele declara esta verdade, "Tu, Senhor, és a porção da minha herança" e ele estava se referindo claramente às porções de terra que Deus entregou às tribos de Israel (Josué 13 ao 19).

Para Davi, o homem segundo o coração de Deus, mais do que escolher obedecer ao Senhor, como um Legislador, ele se deleitava em algo que ele não escolheu, algo que ele mesmo não conseguia "controlar": DEUS O ESCOLHEU.

Quando Davi declara "as sortes me caíram em lugares deliciosos", ele não está falando de algo sobre o qual ele teve alguma influência, pelo contrário, assim como cada tribo de Israel recebeu do Senhor suas porções da terra prometida (Gênesis 49; Deuteronômio 33), Davi recebeu do Senhor uma porção como herança, e esta porção era um relacionamento com o próprio Deus.

Alegre-se, pois se você foi alcançado pelo Evangelho de Cristo, foi Ele quem te escolheu e te fez entrar nesta herança, de modo que Ele, o próprio Deus se tornou a sua melhor porção. E você, que está lendo estas linhas mas ainda não crê no Evangelho, creia, e pela GRAÇA, mediante a fé, venha experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus para sua vida.

Sempre gosto de deixar esta mensagem ao final de minhas publicações do Facebook, principalmente no meu perfil pessoal, um convite para que o leitor, se desejar, me envie uma mensagem INBOX, para que eu possa compartilhar de forma pessoal o PLANO DE SALVAÇÃO de Deus, em Jesus Cristo.

NA PALAVRA DE DEUS

"O Espírito mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus; e, se filhos, também herdeiros, HERDEIROS DE DEUS e co-herdeiros de Cristo;"
Romanos 8:16

"E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a BOA, AGRADÁVEL, e PERFEITA vontade de Deus."
Romanos 12:02

"E acontecerá que TODO AQUELE QUE INVOCAR o nome do Senhor será salvo."
Atos 2:21

"Seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, nesse nome está este aqui, são diante de vós. Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta como pedra angular. E EM NENHUM OUTRO HÁ SALVAÇÃO; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos.
Atos 4:10 ao 12

"Respondeu-lhe Jesus: EU SOU O CAMINHO, E A VERDADE, E A VIDA; ninguém vem ao Pai, senão por mim."
João 14:06


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