“E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o SENHOR, disse isto, e o fiz, diz o SENHOR.”
Ezequiel 37:04


Dedicaremos as próximas 03 publicações para celebrar o aniversário de 70 anos de Israel como nação moderna, após a restauração de sua independência em maio de 1948. Cremos que é importante para nós, como cristãos, cumprir o que está escrito no Salmo 122:06 "Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam", e esta é uma importante oportunidade para lembrarmos disso.

Israel completa 70 anos de renascimento, "sinal profético". Em 29 de novembro de 1947, a ONU fazia votação histórica, sob a liderança de um brasileiro

Quem visita o Museu do Holocausto Yad Vashen, em Jerusalém, pode contemplar, sobre os umbrais da saída, o versículo “E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o SENHOR, disse isto, e o fiz, diz o SENHOR”. (Ezequiel 37:04).

A passagem bíblica é vista como uma promessa de que Deus iria restaurar aos judeus a sua terra, mesmo após seis milhões deles terem sido mortos durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Apenas dois anos depois, em 29 de novembro de 1947, o mundo soube, pelo rádio, que a profecia de Ezequiel de restaurar “o vale dos ossos secos” estava se cumprindo.

Após cerca de dois mil anos, renascia o Estado de Israel como nação independente. Esse novo capítulo em sua história teve como um dos protagonistas o brasileiro Oswaldo Aranha, presidente daquela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Ele anunciou a aprovação da Resolução 181 da ONU. Foram 33 votos a favor, 13 contra e 10 abstenções, ficava decretada a  formalização de Israel. A declaração de independência só viria a ocorrer em 14 de maio de 1948.

A proposta da Resolução 181 foi feita pelo UNSCOP (United Nations Special Committee on Palestine), órgão criado para elaborar a partilha da chamada Palestina até então sob mandato britânico. O Reino Unido controlava a região desde o fim da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), quando o Império Otomano perdeu finalmente o domínio sobre ela.

Essa data histórica para o povo judeu, completa 70 anos. Toda a população judaica de Israel, que na época era de 600 mil pessoas, “saiu às ruas e varou a madrugada em um estado que misturava êxtase, alívio e medo”, conta o cônsul de Israel em São Paulo e na região Sul do Brasil, Dori Goren.

Este dia foi histórico, extraordinário, muito importante para o nosso povo, porque depois de  2 mil anos de exílio, de incerteza, de não ter independência, de não ter um Estado, a comunidade internacional resolveu criar uma nação para o povo judeu”, lembra Goren.

Sinal profético
Para muitos estudiosos, como o conferencista internacional Asher Intrater, um judeu messiânico que fundou o ministério Reaviva Israel, a chegada dos 70 anos da fundação de Israel é um “sinal profético”.

Asher anunciou na Charisma, a maior revista pentecostal do mundo, que acredita que o momento que estamos vivendo é especial. “Está havendo uma aceleração do relógio para as nações, para Israel, para a Igreja, para as comunicações, para a revelação, para o avivamento, para a perseguição, para o término da grande comissão de Atos 1:18, para o derramamento do Espírito sobre toda a carne de acordo com Atos 2:17 e para a restauração de todas as coisas como descrito em Atos 3:21. O ano de 2017 representa um avanço marcante, um 'recomeço' para que as profecias apostólicas e apocalípticas se cumpram”, anunciou.

Seu pedido é que a Igreja se desperte para isso e apoie Israel, que vem enfrentando grandes ameaças nos últimos meses, sobretudo de organizações como a ONU que desejam intervir e dividir Jerusalém, o que poderá dar início a uma grande guerra.

Relação dos votos da Resolução 181
Países que votaram a favor: Canadá, EUA, Bélgica, Dinamarca, França, Islândia, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Suécia, União Soviética, Ucrânia, Bielorússia, Checoslováquia, Polónia, África do Sul, Libéria, Austrália, Nova Zelândia, Filipinas, Bolívia, Brasil, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Haiti, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Perú, Uruguai, Venezuela.

Países que votaram contra: Grécia, Turquia, Egipto, Cuba, Afeganistão, Índia, Irão, Iraque, Líbano, Paquistão, Arábia Saudita, Síria, Iémen.

Países que votaram com abstenção: Reino Unido, Argentina, Chile, Colômbia, El Salvador, Honduras, México, China, Etiópia, Iugoslávia.

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Fogo para Missões
"Pois como os céus se elevam acima da terra, assim é grande o seu amor para com os que o temem; e como o Oriente está longe do Ocidente, assim ele afasta para longe de nós as nossas transgressões."
Salmos 103:11 e 12


Nesta publicação, encontramos um farto material para você estudar e refletir sobre sua vida, e também para compartilhar o As Boas Novas de Jesus Cristo sobre o perdão de pecados, quando encontrar questionamentos de corações sinceros. Vamos lá?!

É maravilhoso ser restaurado ao Senhor. Todavia, isto não significa que daí em diante não haverá problemas. Muitos crentes que são trazidos de volta para a comunhão com Deus passam por momentos terríveis de sentimento de culpa, dúvida e depressão; eles têm dificuldade para acreditar que foram realmente perdoados.

Vamos examinar a seguir algumas das dificuldades mais comuns que eles enfrentam:

1. Como posso ter certeza de que Deus me perdoou?
Você pode saber sobre isto por meio da Palavra de Deus. Ele prometeu repetidas vezes perdoar aqueles que confessarem e abandonarem seus pecados. Não há nada no universo tão certo quanto a promessa de Deus. Para saber se Deus o perdoou, você tem que acreditar em Sua Palavra. Ouça estas promessas:

“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.”
Provérbios 28:13

“Desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados, como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi.”
Isaías 44:22

“Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar.”
Isaías 55:07

“Vinde e tornemos para o Senhor, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará.”
Oséias 6:01

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.”
1 João 1:09

2. Sei que Ele me perdoou no momento em que fui salvo, mas, quando penso nos terríveis pecados que cometi já como crente, é difícil crer que Deus possa me perdoar. A mim parece que pequei contra uma tremenda luz!
Davi cometeu adultério e assassinato; no entanto, Deus o perdoou (2 Samuel 12:13).

Pedro negou o Senhor três vezes; todavia, o Senhor o perdoou (João 21:15 ao 23).

O perdão de Deus não está limitado aos não salvos. Ele promete perdoar os decaídos também:

“Curarei a tua infidelidade, eu de mim mesmo os amarei, porque a minha ira se apartou deles.”
Oséias 14:04

Se Deus pode nos perdoar quando éramos Seus inimigos, será que Ele vai ser menos perdoador a nós agora que somos Seus filhos?

“Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de Seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.”
Romanos 5:10

Aqueles que temem que Deus não pode perdoá-los estão mais próximos do Senhor do que imaginam porque Deus não consegue resistir a um coração quebrantado (Isaías 57:15). Ele pode resistir aos orgulhosos e aos que não se dobram, mas não desprezará o homem que verdadeiramente se arrepender (Salmos 51:17).

3. Sim, mas como Deus perdoará? Cometi um determinado pecado e Deus me perdoou. Mas já cometi o mesmo pecado várias vezes desde então. Logicamente que Deus não pode perdoar indefinidamente.
Esta dificuldade encontra uma resposta indireta em Mateus 18:21 e 22: Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.

Aqui, o Senhor ensina que devemos nos perdoar uns aos outros não sete vezes, mas setenta vezes sete, que é outra maneira de dizer indefinidamente.

Bem, se Deus nos ensina a perdoar uns aos outros indefinidamente, com que freqüência Ele nos perdoará? A resposta parece óbvia.

O conhecimento desta verdade não deveria nos fazer negligentes nem tampouco nos estimular a pecar. Por outro lado, esta maravilhosa graça é a mais forte razão pela qual o crente não deve pecar.

4. O problema comigo é que não me sinto perdoado.
Deus nunca pretendeu que a segurança do perdão viesse ao crente através dos sentimentos. Em um dado momento, você pode se sentir perdoado, mas depois, um pouco mais tarde, você poderá se sentir tão culpado quanto possível.

Deus quer que nós saibamos que somos perdoados. E Ele baseou a segurança do perdão naquilo que é a maior certeza do universo. A Sua Palavra, a Bíblia, nos diz que, se confessarmos os nossos pecados, Ele nos perdoa os pecados (1 João 1:09).

O importante é sermos perdoados, quer sintamos ou não. Uma pessoa pode se sentir perdoada e não ter sido perdoada. Nesse caso, seus sentimentos a enganam. Por outro lado, uma pessoa pode ser verdadeiramente perdoada e, mesmo assim, não sentir isso. Que diferença fazem seus sentimentos se a verdade é que Cristo já a perdoou?

O decaído que se arrepende pode saber que está perdoado com base na maior autoridade que existe: a Palavra do Deus Vivo.

5. Temo que, ao me afastar do Senhor, cometi o pecado para o qual não há perdão.
A recaída não é o pecado para o qual não há perdão.

De fato, há pelo menos três pecados para os quais não há perdão mencionados no Novo Testamento, mas podem ser cometidos apenas por incrédulos.

Atribuir os milagres de Jesus, realizados pelo poder do Espírito Santo, ao Diabo é imperdoável. É o mesmo que dizer que o Espírito Santo é o diabo, e, portanto, esta é uma blasfêmia contra o Espírito Santo (Mateus 12:22 ao 24).

Professar ser crente e depois repudiar completamente a Cristo é um pecado para o qual não há perdão. Este é o pecado da apostasia mencionado em Hebreus 6:04 ao 06. Não é a mesma coisa que negar a Cristo. Pedro fez isto e foi restaurado. Este é o pecado voluntário de calcar aos pés o Filho de Deus, fazendo de Seu sangue algo impuro, e desprezando o Espírito da graça (Hebreus 10:29).

Morrer na incredulidade é imperdoável (João 8:24). Este é o pecado de recusar-se a crer no Senhor Jesus Cristo, o pecado de morrer sem arrependimento e sem fé no Salvador. A diferença entre o verdadeiro crente e aquele que não é salvo é que o primeiro pode cair várias vezes, mas se levantará novamente.

“O Senhor firma os passos do homem bom e no seu caminho se compraz; se cair, não ficará prostrado, porque o Senhor o segura pela mão.”
Salmos 37:23 e 24

“Porque sete vezes cairá o justo e se levantará; mas os perversos serão derribados pela calamidade.”
Provérbios 24:16

6. Creio que o Senhor me perdoou, mas eu não consigo perdoar a mim mesmo.
Para todos aqueles que alguma vez na vida já tiveram uma recaída (e será que existe algum crente que jamais caiu, de uma forma ou de outra?), esta atitude é bastante compreensível. Sentimos nossa completa incapacidade e nosso fracasso de maneira tão profunda.

No entanto, a atitude não é razoável. Se Deus perdoou, por que eu me permitiria ser afligido por sentimentos de culpa?

"A fé afirma que o perdão é um fato e se esquece do passado – exceto como uma advertência saudável para não nos afastarmos do Senhor novamente."
William MacDonald

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Fogo para Missões
"A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação."
Romanos 10:09 e 10



Todos os anos, em nossa igreja (Calvary Curitiba), realizamos um evento especial na Páscoa, aproveitando esta importante celebração, para anunciar a Salvação em Jesus Cristo. Eu quero compartilhar aqui, a reflexão que foi compartilhada este ano, juntamente com um apelo à salvação.

Esta reflexão não segue nenhum formato de "passos para a salvação", mas uma reflexão bíblica, que visa esclarecer a razão do Evangelho ser a Boa Notícia para nós, a humanidade. O texto não pretende ser a carta definitiva sobre o que é o Evangelho mas, certamente, servirá para sua reflexão e, principalmente, base para suas ações de evangelismo pessoal. 

O Evangelho, as Boas Novas de Jesus Cristo
Toda vez que anunciamos o Evangelho (εὐαγγέλιον - iuanguéliom), estamos proclamando as Boas Novas de Jesus Cristo. Pois este é o significado literal da palavra Evangelho: boas novas ou boas notícias. Porém, de modo geral, toda boa notícia é precedida de um cenário ruim.

Quando temos a boa notícia sobre a cura de uma enfermidade, por exemplo, é por que existe uma enfermidade, ou a solução de um problema, é porque há um problema que precisa ser solucionado. Da mesma forma, o Evangelho é a Boa Notícia de Jesus Cristo, pois nós (a humanidade) estamos em uma situação muito ruim, temos um grande problema: a nossa natureza de pecado.

A Lei de Moisés e o Pecado do Homem
Através da Lei de Moisés nossos pecados (ἁμαρτάνω – ramartano) se tornaram evidentes! Descobrimos que simplesmente erramos o alvo, que somos incapazes de ganhar nossa salvação através nossas próprias obras, Tiago 2:10 revela que “qualquer um que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos".

Basta um exemplo. Qual nome damos a quem rouba uma caneta? Ladrão. E quem de nós nunca pegou algo que não lhe pertencia, por menor que fosse o objeto?! Assim, confessamos que tropeçamos no ponto que diz “não furtarás”. Da mesma forma, poderíamos citar outros pontos, e em mais um deles (ou vários) tropeçaríamos mais uma vez. Observe que toda a Lei é composta por regras fáceis de entender, mas praticamente impossíveis de cumprir. A Lei de Moisés grita aos nossos ouvidos: você não consegue!

Com isso, só podemos reconhecer o que Paulo declara em Romanos 3:23 ao afirmar que “todos pecaram e estão afastados da presença de Deus”, e esta é a pior notícia que nós (a humanidade) poderíamos ouvir: toda a humanidade é escrava do pecado, e consequentemente, do seu salário. E Paulo nos fala, em Romanos 6:23, qual o salário do pecado: "a morte (...)”.

A Graça de Deus e o Sacrifício de Jesus
Contudo, esta sentença não acaba aí, pois Deus manifestou a sua Graça (χάρις - rahrés). E o que é a Graça de Deus, se não o favor de Deus, mas também é um presente de Deus, uma alegria e um prazer para o próprio Senhor Deus, ainda que não sejamos dignos.

Romanos 5:08 e Atos 2:24 nos revelam que “Deus demonstra seu amor por nós, pois Jesus morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores” e também que “Deus ressuscitou Jesus dos mortos, rompendo os laços da morte, porque era impossível que a morte o detivesse”.

Conseguimos entender o que Paulo quer dizer em Romanos 3:24 e 25 ao revelar que, sim, todos pecaram e estão afastados da glória de Deus, mas aqueles que creem “são justificados gratuitamente, por sua graça, através da redenção que há em Cristo Jesus, a quem o próprio Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, através da fé, para manifestar a sua justiça”.

Conseguimos compreender quando, em Romanos 6:23, ele conclui dizendo que, se por um lado o salário do pecado é a morte, por outro lado, "o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor".

O Convite de Deus e a Resposta do Homem
Assim, sabemos que não é através algo corruptível, como prata ou ouro, que aquele que crê, é resgatado do peso do pecado e da morte, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de cordeiro sem defeito e sem culpa.

É este sacrifício que nos garante salvação (σῴζω - sotzo), ou seja, que não sejamos punidos por nossos pecados, mas resgatados da morte, pois Jesus realizou aquilo que era impossível ao homem. Ele assumiu o nosso lugar na cruz, portanto nos chama ao arrependimento e para crer.

Se você crer, Ele é o resgate da maldição da lei, Ele te torna justo, através de seu próprio sangue, pois Ele venceu a morte, para que você possa ter, junto com Ele, a Vida Eterna. Esta é a Boa Notícia de Jesus Cristo, que nossa alma tanto esperava, este é o poder do Evangelho.

E, ainda, no Evangelho de João 7:37, Jesus mesmo faz um convite para mim e para você: "se você tem sede, venha até mim, e beba". Pois conforme Paulo escreveu em Romanos 10:09, "se, com a nossa boca, confessarmos Jesus como Senhor e, em nosso coração, crermos que Deus o ressuscitou dentre os mortos, seremos salvos”.

Podemos dizer então, que estes são os dois únicos passos que precisamos, e até mesmo, que podemos dar, para a salvação: confessar e crer, pois Jesus já realizou o penoso trabalho que não poderíamos, jamais, realizar.

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Utilizando este material para o Evangelismo Pessoal
Você pode utilizar este texto para evangelização, anunciando assim as Boas Novas de Jesus Cristo.

Você percebeu que este texto passeia de forma simples pelas Escrituras, para que seu ouvinte possa acompanhar, enquanto você segue anunciando as Boas Novas, portanto ore sempre para que o Senhor fale através de você, e que o Espírito Santo opere através de Suas palavras, pois é Ele quem trabalha nos corações, não nossa eloquência ou conhecimento.

Lembre-se que não é a repetição de uma oração que salva, mas a graça de Deus (pela fé). Mas, sempre que possível, ore com seu ouvinte, e faça um convite pessoal para que ele possa declarar sua fé em Jesus, como seu Senhor e que Deus o ressuscitou. 

Lembre-se também que nosso chamado não é o de anunciar apenas, e de qualquer maneira, mas o de ensinar a guardar tudo o que o Senhor tem nos mostrado, portanto esteja disposto a caminhar com esta pessoa em discipulado, ou conduzi-la ao grupo de discipulado de sua igreja.

Procure evangelizar em duplas, é importante para que haja segurança, testemunho, e intercessão durante o compartilhar (além de um modelo bíblico).

Que o Senhor Jesus te acompanhe!

"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém."
Mateus 28:19 e 20

Fonte: Edinelson F. Lopes (Fogo para Missões).
"Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?"
Isaías 43:13



O STF (Supremo Tribunal Federal) estava, praticamente, votando sobre a confirmação da prisão de um político já condenado em 2ª instância, um ex-presidente da república, após apelação de sua defesa. O país estava acompanhando o julgamento que ultrapassou a noite, muitos querendo a confirmação da condenação, outros tantos desejando sua absolvição. Muitas publicações em redes sociais, e a ameaça de alguma animosidade nas ruas. Ainda mais quando o cenário das votações levaram ao empate, e como não poderia deixar de ilustrar, a coisa toda mais parecia uma final de Copa do Mundo de Futebol, uma decisão por pênaltis, que alguns chamaram de Brasil X Corrupção. Tarde na noite, vamos dormir! Amanhã saberemos o resultado da mesma forma, e não há nada que possamos fazer. Oramos e nos arrumamos para descansar, e hoje pela manhã a notícia da decisão do STF.

Não vou expressar aqui a minha opinião pessoal, até por que nossas orações estão sendo, segundo o que entendemos ser uma das respostas do Senhor, sobre 1 Timóteo 2:01 ao 04, conforme já publicamos aqui, na postagem #186 (Clique aqui e leia a publicação),

• Deprecações - é o mesmo que trocar a voz de lamento por súplicas de perdão, um reconhecimento profundo da situação e do caminho que o país está trilhando e clamar por perdão ao Senhor;
• Orações - conversarmos com o Senhor sobre a situação de nosso país e governantes, trazer esta situação para nosso relacionamento pessoal com Deus ao invés de apenas postarmos nas redes sociais;
• Intercessões - nos colocarmos diante do Senhor, e orarmos pelas pessoas afetadas pelas más ações, pelas ações corruptas e pelas futuras ações dos governantes;
• Ações de Graça - não esquecermos de que temos razões para sermos gratos ao Senhor, e expressar esta gratidão em palavras e atos de adoração, rendendo ao Senhor toda glória, lembrando que Ele é soberano e tem cuidado de nós.

Mas o refrão de uma canção não saia da minha cabeça, praticamente desde que acordei esta manhã, a canção e "Controle", da Banda Resgate.
Ele está no meio do seu povo E guia o tempo todo a todos Pelo caminho certo A noite é como uma coluna de fogo Na claridade do dia é uma nuvem no céu Deus não dorme um minuto sequer No controle atento noite e dia O coração do Rei inclina onde quer Inclina onde quer
Palavra de Deus E eu fui buscar algumas declarações das Escrituras, que estivessem ligadas a este refrão, pois Deus está querendo dizer algo, está claro!!! E aqui estão, espero que sejam bençãos em suas vidas e que este dia traga glória ao Rei de toda Glória, em e através de suas vidas. "Eu me deito e durmo; acordo, pois o Senhor me sustenta." Salmos 3:05 "Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não dormitará. Eis que não dormitará nem dormirá aquele que guarda a Israel." Salmos 121:03 e 04 "Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR, que o inclina a todo o seu querer." Provérbios 21:01 "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem." Salmos 127:01 e 02 "Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal." Mateus 6:33 e 34 "Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra" Salmos 46:10 Continue em Oração
Por fim, quero te encorajar para que você continue orando pelo Brasil.

Não apenas em dias de decisões importantes, mas todos os dias.
Não apenas até que este (ou aquele) seja preso, ou solto, mas todos os dias.
Não apenas até que algo aconteça, mas todos os dias.

Vamos orar em nossas igrejas, mas principalmente, vamos entrar em nossos quartos e, pelas Escrituras, vamos suplicar ao Senhor, falar com Deus, interceder pelos pecados de nossa nação, vamos adorar ao Senhor pelo que Ele já nos tem dado em Cristo, com ações de graça, todos os dias, até que Cristo venha.

Também quero te encorajar a jejuar pelo Brasil, o jejum significa enfraquecer a carne. E que, em jejum, possamos declarar que Jesus, o Cristo, é a Força que nosso país precisa, e não o nosso braço, não a militância, não a violência.

Quero te encorajar a jejuar no dia das eleições, seja um cidadão consciente, mas um cristão genuíno, cumpra seu dever cívico, mas não esqueça que a palavra final vem do Senhor, jejue e em dias como estes, de decisões importantes (lembre-se das ações de graças).

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Por Edinelson Lopes
"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra."
2 Crônicas 7:14



A nação brasileira está vivendo uma crise política, moral, social, institucional e espiritual. O povo está pasmo diante de tanta injustiça, violência, impunidade, desrespeito e muitos outros males que estão corroendo a nossa sociedade. Muitos estão procurando saber as causas desta situação e e procurando soluções.

A única solução para a nação brasileira é a igreja de Cristo, tornando-se verdadeiro sal da terra e luz do mundo, e orando por um poderoso avivamento espiritual que faça uma grande limpeza em nossa nação, levando o povo ao verdadeiro temor de Deus.

O versículo citado apresenta algumas condições para que Deus transforme uma nação e a chave é o seu povo por isso é que Ele diz: Se o meu povo, que se chama pelo meu nome. É a igreja o instrumento de Deus para mudar o mundo. Aqui estão as condições:

1. Humilhar-se.
Humilhar-se tem a ver com coração quebrantado pelo reconhecimento do próprio pecado e também dos pecados que a nação tem cometido. O povo de Deus precisa ter mais consciência, tanto do seu pecado individual como dos pecados que a nação comete contra Deus. Como nação, estamos enchendo o cálice da ira de Deus. A libertinagem, o desrespeito, a falta de temos, a perda de valores e outros pecados são cometidos e o povo não está preocupado com o que Deus está pensando. É tempo de humilhação, reconhecimento do pecado, de choro e lamento diante de Deus para que perdoe os ossos pecados.

2. Orar.
A igreja brasileira não tem orado, e quando o faz, na maioria das vezes é egoistamente, procurando soluções para problemas e prosperidade material. Precisamos aprender a ter vigílias e alvoradas de oração, dias de jejum, TSD – Tempo a Sós com Deus diariamente e significamente. Precisamos orar para que Deus nos torne semelhantes a Cristo, e que façamos discípulos semelhantes a Ele. Além de estarmos mudando a nação ganhando  um a um, devemos orar também para que o povo se volte para Deus.

3. Buscar a minha face.
Além da oração, Deus pede que seu povo o busque, o contemple e o conheça profundamente. A ideia é de exclusividade. A nação longe de Deus deve voltar-se para Ele, buscando-o. Deus disse por intermédio do profeta: Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração (Jeremias 29:13). Quanto mais buscarmos a face de Deus, mais conheceremos o seu caráter e sua santidade, consequentemente mais reconheceremos o nosso pecado e o quanto estamos longe de Deus.

4. Converter-se dos seus maus caminhos.
Quando buscamos a face de Deus, uma das consequências naturais é a convicção de pecado, e a necessidade de conversão. O fato de estarmos longe de Deus nos leva a uma vida de insensibilidade e começamos a aceitar o pecado como coisa normal. O homossexualismo, que outrora estava escondido e era vergonhoso, agora é publicado abertamente nos meios de comunicação. Adultério, homicídio, imoralidade, desonestidade são pecados que têm sido aceitos pela nossa sociedade como coisa normal.

Porém, quando o povo de Deus começar a se converter dos maus caminhos Deus promete fazer milagres e transformar vidas e a nação.

O cumprimento destas condições impostas por Deus nos fará experimentar a realidade das promessas descritas no versículo.

5. Eu ouvirei dos céus.
Deus ouvirá a nossa oração. Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado, a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus (Salmos 51:17)

As misericórdias de Deus são eternas, e a causa de não sermos consumidos. Em amor, graça e misericórdia, Ele ouvirá a nossa oração. A igreja de Cristo precisa saber que tem uma arma poderosa em suas mãos, que é o arrependimento, a oração e a busca de Deus.

6. Perdoarei seus pecados.
Deus em misericórdia e justiça, perdoará os nossos pecados e nos ajudará a voltar para Ele. O caminho da volta para Deus já foi aberto, pelo sacrifício e Cristo na cruz. O perdão é garantido, pela própria justiça de Deus. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça (1 João 1:09). A fidelidade e a justiça de Deus nos garantem perdão.

7. Sararei a sua terra.
Deus promete que vai sarar a terra. A nação brasileira está enferma. Todo crente brasileiro deveria reconhecer esta enfermidade da nação e ter convicção que também é parte desta enfermidade. Precisamos assumir o nosso pecado individual e reconhecer que fazemos parte do pecado coletivamente como nação. O profeta Isaías reconheceu seu pecado e o pecado do seu povo. Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos (Isaías 6:05). Deus cura uma nação. A igreja tem o remédio. Não podemos mais ficar acomodados, vendo os pecados do povo e continuar inertes. É tempo de voltar para Deus, denunciar o pecado, pregar o evangelho e fazer o maior número possível de discípulos, antes que o cálice da ira de Deus transborde.

Fale com o Senhor
• Diga a Ele que você está arrependido do seu pecado.
• Peça perdão a Ele pelo seu pecado e pelos pecados da nação brasileira.
• Peça a Ele um avivamento espiritual no Brasil.

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Fonte: Max Jefferson